quinta-feira, 9 de julho de 2009

"Eu não vou morrer! Depois da chuva.."

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Por que dói tanto o arrependimento?
Onde fica o ponto de dentro do coração, da mente, que permite fazer com que a vontade quase incontrolável – e normalmente não controlável mesmo – não se sobreponha, evitando o intentar, o telefonar. Não escrever. Não demonstrar presença. Dormir sem pensar. Dormir.

Como é difícil aceitar e deixar assim... assim.

A tristeza não é nossa alegria.. Diria o poeta/palhaço, quando estivesse milongueando.

E a vida não é minha.

O que fazer diante da posse de tal informação?

Queria que não fosse só diante do espelho, onde me vejo do lado oposto, que eu parecesse senhor de mim mesmo.

Ainda sinto aquilo que não posso controlar.

Como se ‘controlar’ fosse o verbo certo.

Como se 'certo' fosse 'certo' usar.

E o debate interno, companheiro desses últimos dias, desde o despertar até o amanhecer, vem se expandindo.

E se a resposta parece fácil, a contraproposta, por sua vez, de ter de fazer para obter parece tão pesada e tão distante. E isso que eu, hipócrita, mas realista, não estou na pele dos loucos.

Também cutuco as palavras.. e “vivo o que escrevo”.. sem despudor.. sem temeridade de olhares.

Vale interpretar e ouvir: Bebeto Alves, Milongamento => http://www.cliquemusic.com.br/artistas/artistas.asp?Status=DISCO&Nu_Disco=7736

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