Essa coisa de se diferenciar no meio de tantas mulheres iguais... É dela.
É dela esse cabelo lindo que todas as mulheres admiram e querem tocar.
É ela, com esse passo particular e a seriedade no rosto.
É dela, a sua habitual timidez, que interpretam como brabeza e severidade.
É dela a exteriorização da criatividade, do poder do transformar.
É dela o mais incrível gosto e conhecimento musical.
É ela que se entrega aos seus livros e ao mundo inserido nos livros, que encantam e feitiçam a mente dela, ao ponto de não poder mais distinguir alguns atos da vida real daqueles da vida fictícia. Daqueles atos dos livros, das obras que ela devora e faz o seu presente.
É dela.
E só ela.
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