Seria essa a pergunta correta?
Com quem falar?
Com quem confidenciar?
A quem recorrer?
O que fazer?
A vida se demonstra indiferente...
Os fatos querem dizer algo.
Por quê, Deus?
É a Deus que se deve recorrer?
Literalmente, quem sou eu? De onde vim? Pra onde ir?
O que fazer?
Quero correr. Quero sorrir.
Quero amar. Quero amor.
O pouco não me basta.
Não sei o que basta.
Como se, de repente, tudo estivesse em estilhaços.
Como se, de repente, todo pensamento positivo tivesse se esvaído.
É como soerguer-se na madrugada, indefinidas vezes, sofrendo com as lembranças da realidade, do dia-a-dia.
Que tipo de vida é a vida ideal?
Que tipo de perspectiva é bom sentir e cultivar?
Onde está o manual do sobrevivente humano?
Como saber o que fazer?
O aprendizado tem q ser assim? Doloroso? Pelo caminho das pedras?
Em vez de complementar a flor, o espinho deve destinar-se tão somente a causar dor e ferimentos?
E qual o remédio para a angústia?
E qual o fármaco que inibe sentir o medo de fazer? O medo de viver?
Será?
É essa a pergunta correta?
E ignorar as horas... Seria essa a atitude devida?
Por que eu desejo e quero me encontrar, se eu não sei onde estou?
Por que aquilo que me faz sentido, muda a todo instante, se tornando cada vez mais inexplicável, cada vez mais indefinido?
Em quem acreditar?
Sou meu próprio líder?
Onde vou chegar?
Nunca vou parar de pensar?
E descansar? Algum dia, Senhor, poderei descansar?
Com quem falar?
Com quem confidenciar?
A quem recorrer?
O que fazer?
A vida se demonstra indiferente...
Os fatos querem dizer algo.
Por quê, Deus?
É a Deus que se deve recorrer?
Literalmente, quem sou eu? De onde vim? Pra onde ir?
O que fazer?
Quero correr. Quero sorrir.
Quero amar. Quero amor.
O pouco não me basta.
Não sei o que basta.
Como se, de repente, tudo estivesse em estilhaços.
Como se, de repente, todo pensamento positivo tivesse se esvaído.
É como soerguer-se na madrugada, indefinidas vezes, sofrendo com as lembranças da realidade, do dia-a-dia.
Que tipo de vida é a vida ideal?
Que tipo de perspectiva é bom sentir e cultivar?
Onde está o manual do sobrevivente humano?
Como saber o que fazer?
O aprendizado tem q ser assim? Doloroso? Pelo caminho das pedras?
Em vez de complementar a flor, o espinho deve destinar-se tão somente a causar dor e ferimentos?
E qual o remédio para a angústia?
E qual o fármaco que inibe sentir o medo de fazer? O medo de viver?
Será?
É essa a pergunta correta?
E ignorar as horas... Seria essa a atitude devida?
Por que eu desejo e quero me encontrar, se eu não sei onde estou?
Por que aquilo que me faz sentido, muda a todo instante, se tornando cada vez mais inexplicável, cada vez mais indefinido?
Em quem acreditar?
Sou meu próprio líder?
Onde vou chegar?
Nunca vou parar de pensar?
E descansar? Algum dia, Senhor, poderei descansar?
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