O que se pode aprender com o fim?
Onde guardar aquelas últimas e ásperas palavras?
Onde detalhar o óbvio que, furtivamente, estava apenas retardando a si próprio no tempo?
E como tornar a pensar ao contrário?
Se parece impossível, com a gravidade perdendo estabilidade dentro do cérebro..
Com os tímpanos se encarregando de me assustar..
A cada voz abafada, a cada riso medonho, a cada grito horrendo..
Dos que passam na calçada.
Dos que fogem da chuva.
Dos que se encaminham para algum lugar..
O que se pode extrair do fim?
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